OS TREINADORES E O NOVO REGIME

22 06 2009

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QUE VAMOS TER? REGRAS E ORGANIZAÇÃO? OU O REGRESSO AO COMPADRIO E ÁS EXCEPÇÕES?

Quando já tudo fervilha em relação à próxima época, quando a maioria dos clubes já se prepara para fechar plantéis, para que possam ir de férias com todas as decisões tomadas, quando os jogadores na sua maioria já estão escolhidos e os treinadores prontos a iniciar os seus novos planos ou a dar continuidade aos mesmos, eis que nos deparamos com uma série de alterações, nomeadamente as novas regras, assim como o novo regime para os treinadores, é que também a partir da próxima época entram em vigor os regulamentos que determinam que para treinar equipas na divisão principal (a 1ª Divisão Nacional), os treinadores tem de possuir o nível 3 de formação. Até aqui tudo bem, tudo correcto e convenhamos que esta medida já peca por tardia, mas ao abrigo das desculpas da falta de dinheiro nos clubes, ao abrigo da desculpa que por haver poucos treinadores de 3º nível em determinadas zonas do País e que por isso os clubes teriam de gastar muito mais dinheiro contratando técnicos que teriam de se deslocar ou fixarem-se para fora das zonas de residência, a decisão foi sendo adiada de ano para ano tendo então sido decidido pelo órgão que rege o hóquei em patins de que a data de implementação seria a época de 2009/2010, o que nos parece correcto, até porque neste momento e recorrendo ao sítio da FPP concluímos que já existem se não nos enganámos a contar, 74 treinadores com o 3º nível, o que diga-se de passagem é extraordinário, pois se uma boa parte destes técnicos exercer na prática, garante-nos sem dúvida uma qualidade ao nível da gestão das equipas que só pode beneficiar a modalidade sem margem para duvidas.

Estamos portanto perante um processo de validação de técnicos e da sua formação, que teve uma adesão magnífica por parte dos treinadores da nossa praça, inclusivamente os mais credenciados e experientes não hesitaram em fazer essa formação e obter o nível 3, não só porque é obrigatório, a própria lei de bases do desporto exige isso mesmo, mas porque na sua larga maioria acharam que o saber não ocupa espaço e que acrescentar ou aprender mais para alem daquilo que cada um já possui é factor de evolução que nunca deve ser posto de parte, aliás são elucidativas as palavras de alguns craques do mundo do futebol, alguns deles já com provas dadas enquanto treinadores, que ao referirem-se à formação disseram o seguinte a vários órgãos de informação:

Já com experiência de banco, ex-internacionais investem na formação

Jorge Costa, Rui Jorge e Lito Vidigal são antigos jogadores internacionais que, depois de orientarem equipas da Liga Sagres, estão a frequentar o curso de treinadores, em Rio Maior.

Além da experiência recente, ao comando do Belenenses nas últimas duas jornadas da Liga portuguesa, aos 36 anos, Rui Jorge conta também com a experiência acumulada ao longo de 14 anos nos relvados, sob o comando de técnicos como Carlos Alberto Silva, Artur Jorge, Tomislav Ivic, Bobby Robson, Laszlo Boloni, Fernando Santos ou José Peseiro.

“É natural que algumas coisas se repitam e que falemos nalgumas situações, porventura, mais do que vividas e experienciadas por nós. Mas, há sempre alguma coisa que nós nunca abordamos da mesma forma. Se calhar, aqui, temos outra perspectiva de ver as coisas e, nem que seja por uma pequena coisa, vale a pena”, disse o antigo defesa esquerdo de FC Porto, Sporting e Belenenses.

Dois anos depois de ter “tirado” o curso (terceiro nível), Rui Jorge pretende “concluir o ciclo de formação para estar apto a tudo”, reconhecendo “mais-valias” na formação.

“Tudo o que seja informação é bem-vindo, partindo do princípio que este curso nos traz mais alguma informação é evidente que é bom”, sublinhou.

Também para o ex-internacional angolano e actual treinador do Portimonense, Lito Vidigal, a experiência profissional é insuficiente e a formação específica deve ser vista como um desafio constante.

“Não, não é suficiente. A formação é contínua, nem com o quarto nível podemos parar, porque o processo é evolutivo. O futebol, a sociedade e as mentalidades são evolutivos e nós temos de estar um passo à frente, senão temos muitas possibilidades de nos tornarmos obsoletos. Se não praticarmos todos os dias, se nós não tentarmos melhorar todos os dias as nossas capacidades ficamos para trás”, referiu o ex-jogador de Santa Clara, Belenenses e Campomaiorense.

Entre os formandos deste curso, está Jorge Costa, que comandou a Olhanense no regresso à Liga principal e está impossibilitado de prestar declarações, por castigo da Comissão Disciplinar da Liga de Clubes, até 14 de Julho.

“É um acrescento pessoal, é também a necessidade de ter o canudo para poder treinar grandes equipas”, destacou o ex-adjunto de José Mourinho no FC Porto e nos ingleses do Chelsea, classificando como “muito importante” a preocupação dos treinadores portugueses com a formação.

O quarto nível de formação de treinadores, é obrigatório para técnicos que comandem equipas na Primeira Liga e também para orientar clubes em países europeus.

Nesse sentido, para “facilitar” a frequência a treinadores no activo, a FPF promove estes cursos em regime de internato, no final das temporadas.

“A eventual realização do curso ao longo do tempo, que já foi ensaiado no terceiro nível há uns anos atrás, criou alguns problemas operacionais para os próprios treinadores. Porque, por exemplo, se as segundas-feiras eram normalmente dias ‘mortos’ para quem estava na Primeira Liga ou na Liga de Honra, hoje há muitos jogos nestes dias”, justificou Arnaldo Cunha, reconhecendo o “esforço grande” para “beneficiar” desta formação, “após uma época desgastante”.

Mestres aprendem para chegar a “mister”

Com o grau de Mestre, os adjuntos José Guilherme, da selecção portuguesa de futebol, e Rui Almeida, ex-Trofense, frequentam actualmente o curso de treinadores UEFA Pro, obrigatório para orientar equipas da Liga Sagres.

Para o adjunto de Carlos Queiroz, na equipa das “quinas”, a “aptidão académica”, obtida com a Licenciatura e o Mestrado em Futebol, pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, permitiu-lhe “abrir perspectivas e horizontes, alargando-os” sem os encerrar.

“Eu não acredito em grande conhecimento académico sem ter experiência prática, nem acredito em grandes treinadores sem terem conhecimento teórico que suporte o que fazem todos os dias. O intercâmbio entre os dois é que é extremamente importante para se atingir um patamar de qualidade evoluído, enquanto treinador”, disse José Guilherme, destacando o “conhecimento adquirido, durante a formação técnica, que surge dos problemas da prática, das experiências de vida e de anos e anos de treino”.

Para o adjunto da selecção lusa, este curso de quarto nível serve de “complemento à formação académica”, sobretudo partilhando e conhecendo experiências com os formadores e outros formandos.

“A principal diferença é que este é muito mais um momento de aprendizagem por troca de ideias, de experiências, do que propriamente de aquisição de novos conhecimentos. Já os outros níveis anteriores tiveram essa função, agora é um patamar mais evoluído, de mais reflexão”, explicou.

Também Rui Almeida, que obteve o grau de Mestre em Treino Desportivo para Crianças e Jovens, pela Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa, classifica este curso de “pertinente” e “de alto nível”.

“Naturalmente que todos nós estamos cá porque necessitamos do quarto nível para podermos estar ao mais alto nível, nomeadamente na Liga Sagres e no estrangeiro”, frisou o ex-adjunto de Trofense e Estoril-Praia, que frequenta o curso juntamente com o seu “chefe de equipa” Tulipa.

Tendo tirado o primeiro curso de treinador antes da Licenciatura, Rui Almeida considera que este tipo de formação de “elite” tem “um valor acrescentado” relativamente ao adquirido ao nível académico.

“Penso que continuam a não conseguir transmitir os conteúdos, a experiência e a vivência que é importantíssima em qualquer carreira. Não só no futebol, mas em qualquer modalidade desportiva”, referiu o técnico, destacando, como mais-valia, a “troca de experiências com formadores com bastante vivência ao mais alto nível na modalidade”.

O quarto nível de formação de treinadores, denominado de UEFA Pro, é obrigatório para técnicos que comandem equipas na Primeira Liga e também para orientar clubes em países europeus.

Seguindo as prerrogativas da UEFA, que “tem vindo a condicionar a formação de treinadores”, segundo o coordenador técnico da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Arnaldo Cunha: “A UEFA, neste momento, impõe esta formação, só reconhece esta formação e não qualquer outra”.

“Evidentemente, nós sabemos que o conhecimento não é estanque. Não é só aqui que se adquire conhecimento. O conhecimento é mais vasto e pode ter-se acesso a ele de outros modos. Estes cursos visam normalizar a formação que é dada em todo o país e visam, obviamente, assegurar-nos de que o nível comum de conhecimento é transversal a todos os treinadores portugueses”, explicou Arnaldo Cunha.

Os “licenciados em Educação Física e Desporto” e os jogadores com 15 ou mais internacionalizações AA têm equivalência ao primeiro nível da formação de treinadores, frisou o coordenador da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Arnaldo Cunha.

Para chegar às Ligas profissionais, os licenciados ou ex-jogadores têm de obter aproveitamento nas restantes formações, no caso do terceiro e quarto nível em regime de internato.

Curiosas e significativas as reacções destas pessoas em relação à formação de treinadores, aliás tem tudo a ver com as primeiras reacções dos experts do costume que tentaram por todas as vias boicotar, brincar, ridicularizar e sabe-se lá mais o quê, com algo tão vital para qualquer modalidade e para qualquer área da nossa vida como é a formação, claro que haverá gente bem formada e com experiencia, mas essas pessoas serão á partida aquelas que mais facilidade terão na altura da formação, haverá sempre e também a partilha de experiências, sabendo-se que no hóquei em patins como em qualquer outra modalidade a formação vai muito para além do hóquei e das variantes táctico/técnicas.

É portanto chegada a hora do hóquei em patins a exemplo de todas as outras modalidades, agarrar o momento em que a competência e a formação vão ter de andar de mãos dadas, é de saudar a entrada neste novo regime e nós escrevemos este artigo querendo também parabenizar a Federação de Patinagem de Portugal, por ter aberto caminho, junto com a sua direcção técnica a algo fundamental e vital para o futuro e qualidade do hóquei em patins praticado. Até porque muitas lutas já foram travadas em prol dessa mesma exigência do nível na 1ª divisão, quem ainda não se lembra do celebre caso do treinador da Juventude Ouriense, que deu origem a protestos e a castigos federativos, tudo em prol da exigência de que todas as equipas deveriam ter o treinador com o nível exigido e não alguém fictício, havendo é certo algum exagero, pois também na mesma altura no futebol o Paulo Bento dava os 1ºs passos como treinador do Sporting e tinha de ter sentado a seu lado como ainda hoje mantém, Carlos Pereira, aquele que efectivamente tinha o nível exigido e que era inscrito como tal no boletim de cada jogo, portanto se a FPP não for tão rígida como foi em relação ao Ouriense, é natural e é isso que consideramos natural, que venhamos a ver um treinador de nível 3 sentado ao lado de José Querido na Juventude de Viana, como alguém sentado ao lado de Carlos Dantas, se este vier a ser treinador na 1ª Divisão, ou ao lado de Victor Fortunato na Física de Torres Vedras, enquanto este não tiver o nível 3 também, é a única solução para estes clubes que optaram por fazer assim, escolhendo estes, há cerca de 75 treinadores com 3º nível, mas são estas as escolhas destes clubes, logo é natural que assumam as despesas dessa decisão, outra coisa não se espera, porque outra coisa seria inacreditável e inaceitável, seria andar 20 anos para trás, entrar-se em regime de excepções, algo que já acabou e ainda bem, pois durante muitos anos o hóquei foi vitima dessas excepções, quando se atribuíam carteiras de treinadores por serviços prestados, mesmo que fossem serviços prestados em áreas administrativas, existe uma percentagem inacreditável de pessoas que têm carteira de treinador de hóquei em patins e nunca foi treinador na vida, antigamente cometiam-se barbaridades que ainda bem que esta federação colocou um final nisso, até porque abrir excepções não só se andava para trás como se perdia completamente o respeito por todos os treinadores portugueses que fazem e fizeram formação para obter os níveis exigidos, para além daqueles que já solicitaram essa excepção e que a FPP negou e muito bem, já não falando na violação do espírito da lei que foi criada e que dá prioridade á formação, também não acreditamos que alguém com a estatura moral e integridade de um José Querido, de um Carlos Dantas ou de um Victor Fortunato, quisessem de alguma forma tirar benefícios de situações que os colocassem em vantagem perante os seus colegas de profissão, colegas esses que se sacrificaram, sacrificaram os seus clubes, as suas famílias, para alem de outras coisas, para poderem hoje ter o nível 3 de treinador de hóquei em patins, nomeadamente e basta ver no sítio da FPP, pessoas como: Franklim Pais, Tó Neves, João Lapo, Fernando Falé, Fernando Almeida, Paulo Garrido, Victor Silva, José Fernandes, Paulo Freitas, Pedro Mendes, Luís Sénica, Paulo Pereira, Pedro Nunes, Carlos Pires, Paulo Batista, Domingos Guimarães, Rafael Oliveira, Helder Pinho, Rui Neto, Paulo Lopes, Nuno Lopes, Jorge Lopes, Armando Sousa, Pedro Trindade, José Carlos Califórnia, etc, falamos destes sem menosprezar ninguém num universo de 75 treinadores que veriam o seu esforço e a sua postura perante os regulamentos ser escamoteada e torpedeada, por algo que nesta altura do século seria completamente descabido e inaceitável.

Portanto estão de parabéns todos os treinadores que podem ver hoje o seu esforço compensado pelo que dedicaram á aquisição de conhecimentos e formação, para que possam ser treinadores melhor preparados, para enfrentar os novos e grandes desafios que se aproximam, pois o nível intelectual, físico e a todos os níveis , por parte dos atletas é cada vez maior, o jogo cada vez exige mais engenho e planificação, o projecto cada vez tem de ser mais sério, as áreas a abranger por um treinador são cada vez mais e maiores e por isso a formação é aspecto vital e se para estar entre os melhores é preciso ser-se avaliado na sua formação, então que seja, pois o hóquei em patins e o desporto em geral, agradecem.

E.S.O.





1º TORNEIO CONCENTRADO DE APURAMENTO SUB 18 FEMININO

19 10 2007

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LUSO E LAGOS SÃO OS LOCAIS ESCOLHIDOS PARA ESTA FASE DO TORNEIO

Jogam-se no dia 28 de Outubro (Domingo), no Municipal do Luso e no Municipal de Lagos, os jogos referentes ao apuramento deste 1º Campeonato de sub 18 Feminino.

Os jogos vão ter lugar à mesma hora nos dois pavilhões e vão ter o alinhamento que passamos a apresentar:

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ZONA NORTE E CENTRO

PAVILHÃO MUNICIPAL DO LUSO 28-10-2007

 

  • 10:30 – HC MEALHADA – CH CARVALHOS
  • 11:30 – AD SANJOANENSE – HC VISEU
  • 17:00 – VENCIDOS – 3º/4º LUGAR
  • 18:00 – VENCEDORES – 1º/2º LUGAR

 

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ZONA CENTRO E SUL

PAVILHÃO MUNICIPAL DE LAGOS 28-10-2007

 

  • 10:30 – ROLLER LAGOS CP – HC PORTIMÃO
  • 11:30 – CD BOLIQUEIME – CDR LOBINHOS
  • 17:00 – VENCIDOS – 3º/4º LUGAR
  • 18:00 VENCEDORES – 1º/2º LUGAR

Para aqueles que ainda não tiveram oportunidade de ficar por dentro do PROJECTO DE SUB 18 FEMININO, deixamos o link da Federação de forma a que o possam consultar, para isso basta CLICAR AQUI»»»»PROJECTO SUB 18 FEMININO





DESMENTIDO CATEGÓRICO

27 07 2007

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FEDERAÇÃO DESMENTE MENTIRAS PUBLICADAS

No seguimento de várias mentiras, que têm sido lançadas na praça publica e muitas delas têm sido publicadas nos mais variados órgãos de informação, sendo que alguns deles são órgãos de informação com responsabilidades na modalidade, pela sua tiragem, pela sua presença constante nas casas das pessoas e pela importância que lhes é dada pelos amantes do hóquei e desportistas em geral que gostam de saber o que se passa na modalidade. Falamos também e principalmente de alguns sítios(sites)de hóquei que juntam a notícia verdadeira com notícias mentirosas confundindo assim as pessoas porque assim não saberão distinguir a verdade da mentira.

É de uma irresponsabilidade tremenda, difundir notícias que não são confirmadas, mas mais grave ainda é basearem-se nessas notícias para fazerem baixo assinados e petições, que se chega à conclusão não passarem de um chorrilho de mentiras e invenções.

Com que intenção se faz isso então? porquê? a mando de quem? para quê?

É assim que se dá voz a quem não concorda com alguma coisa?

Se não se concorda, porque não se apresentam alternativas? onde estão as propostas sérias e fundamentadas? mas também é bom saber o que já existe, o que já se faz o que está a ser feito, porque sem isso querem mudar o quê? pessoas? afinal o que contam são as pessoas ou o que as pessoas fazem? porque o que se vê é critica baseada em ignorância ou em mentira, como é que alguém pode criticar um projecto se não o conhece?

Há que criticar o que é de criticar, mas há que valorizar o que é para valorizar, mas acima de tudo que haja o cuidado de criticar construtivamente, ou não é isso que se pretende? não se pretende construir ou reconstruir um hóquei melhor? por isso se deve criticar para melhorar o que se faz, agora o que nós repudiamos vivamente é que se substitua a critica pela mentira, lembrando que a critica sem fundamento também de nada vale, e muito menos se não se têm idéias melhores do que as que já existem.

Porque repudiamos todos estes factos, publicamos aqui a transcrição do comunicado da Federação onde são desmentidos de forma categórica os disparates mentirosos postos a circular.

Estamos decididamente ao lado daqueles que fazem algo pela modalidade, mesmo que nem tudo seja perfeito, mas repudiamos decididamente quem se quer substituir só por uma questão de vaidade, nunca pactuaremos com situações sem fundamento e que demonstram uma ignorância total.

Vejamos então o que está em causa e que a federação desmente, lembrando que a federação insistiu sim junto das associações, para que os regulamentos se cumpram e os jogos dos escalões jovens, sejam exemplo disso, fazendo cumprir regras onde por exemplo é obrigatório que todos os jogadores de uma equipa sejam utilizados em partes iguais, tal como se fazia e que alguns teimam em não pôr em prática a troco de uma campionite doentia e essa sim prejudicial ao desenvolvimento da modalidade, castrando por isso a possibilidade dos miúdos progredirem a troco de resultados.

  • DESMENTIDO:

A Federação de Patinagem de Portugal desmente formal e categoricamente que haja qualquer carácter proibitivo sobre as Competições de Bambis, Benjamins e Escolares.
A Federação lamenta que se difunda sistematicamente informação falsa sobre as suas decisões.
Alertamos ainda todos os interessados para a prática da mentira sistemática sobre a gestão desta entidade.
Mais informamos, que continuaremos activos na defesa de uma Formação Global e Multilateral dos nossos jovens praticantes





O PORQUÊ DO PROLONGAMENTO DO REGIME TRANSITÓRIO FACE À OBRIGATORIEDADE DO NÍVEL II?

24 07 2007

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O ADIAMENTO DO INEVITÁVEL E NECESSÁRIO DÁ-SE POR FALTA DE VERBAS

Quando atrás e na sequência, da saída de Paulo Batista do cargo de seleccionador nacional, manifestámos a nossa opinião de preocupação, com o facto de a federação ter adiado mais uma vez a imposição do regulamento que tinha a ver com a obrigatoriedade dos clube inscreverem para treinadores das equipas de seniores masculinos da 2ª divisão e seniores femininos, só aqueles que já possuíssem o nível 2, na altura não era claro para nós o porquê desse adiamento, passou-nos pela cabeça inclusive, que fosse a federação a baixar a cabeça, à pretensão ridícula de alguns, de quererem ser treinadores à força sem que para isso tivessem que se formar nessa área, no fundo terem de fazer o mesmo que se faz em qualquer modalidade, não só em Portugal mas em qualquer país da comunidade europeia e noutros países, onde o treinador tem de ser alguém capacitado e preparado para dominar áreas de grande abrangência e vitais para a preparação a todos os níveis de qualquer atleta de qualquer modalidade.

Neste capítulo, todas as federações estão a cumprir a lei de bases do Desporto, daí não vermos razão na altura para este adiamento. Por isso tínhamos de ir à procura de mais elementos e no mínimo tentar perceber os porquês; e encontrámo-los. Do que se trata então? – Trata-se do dinheiro que era entregue às federações para a formação, que foi reduzido drasticamente e a federação de patinagem não foi excepção, pois a verba não só foi reduzida a níveis ridículos, como ainda por cima tem de ser distribuída pelo hóquei, pela patinagem artística e pelas corridas de patins. Ora esta realidade veio atrasar o ritmo de cursos e com isso tirar a possibilidade dos clubes em tempo útil terem os seus técnicos formados, principalmente os clubes fora dos grandes centros, a manter-se a medida prevista,não restaria outra hipótese que eram os clubes desistirem, face à impossibilidade de contratarem técnicos em outras zonas, tendo por isso de suportar custos para os quais não estão preparados, assim sendo a federação não teve outra hipótese, prolongou o regime transitório, como medida de recurso(do mal o menos), mas não perdendo o norte à formação e à implementação da lei de bases do desporto português, sendo mesmo uma das federações que mais e melhor cumpre com as suas obrigações, por isso esse mérito deve ser dado a esta direcção técnica nacional, que goste-se ou não se goste é séria, tem objectivos concretos que passam não só pelo cumprimento da lei, mas também por uma moralização, tão urgente como necessária, pois grande parte daqueles que possuem carta de nível 2, muitos nunca foram treinadores, nunca treinaram uma única equipa, nunca tiveram o mínimo de formação de qualidade nem de espécie nenhuma, coisa tão importante para fazer face aos desafios dos atletas e jovens de hoje que são o futuro da modalidade, essas pessoas conseguíram esse nível, por serviços prestados, mesmo que fossem administrativos, todos os motivos por mais ridículos que fossem eram válidos para atribuir nível de treinador a pessoas que nunca o foram, coisas que já vinham desde o tempo do Sr. Castel Branco, portanto estas pessoas mesmo que não consigam mais nada, se conseguírem dar alguma moral à modalidade e fazer com que se cumpram leis num país de compadres, então essa já é uma grande vitória, por isso não exitámos em fazer este artigo. como forma de aclarar um assunto que para nós deixava algumas duvidas.

Resolvemos por tudo isto, voltar a publicar e transcrever o comunicado que deu origem a este assunto:

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INSCRIÇÃO DE TREINADORES – REGIME TRANSITÓRIO

A Direcção da Federação de Patinagem de Portugal na sua Reunião de 28 de Junho de 2007, deliberou prolongar o Regime Transitório para a disciplina de Hóquei em Patins que impunha a partir da próxima época (2007/2008) a obrigatoriedade do Nível 2 aos Treinadores para exercer as suas funções na 2ª Divisão Nacional Seniores Masculinos e Equipas Seniores Femininas.
Tal decisão foi tomada em consciência tendo em conta as dificuldades processuais dos Clubes em responder afirmativamente a esta medida e ao corte orçamental imposto pelo Instituto do Desporto de Portugal na rubrica para a Formação de Recursos Humanos.
Importa no entanto alertar todos os agentes envolvidos nesta temática, que está para breve a conclusão da Regulamentação da Formação de Treinadores, por parte do IDP, e que a FPP continuará a sua aposta na Formação, por forma a:
1. Fomentar a aquisição inicial dos conhecimentos desportivos, gerais e específicos, que garantam competência técnica e profissional na intervenção desportiva do treinador;
2. Oferecer, de forma contínua e sistemática, ao treinador instrumentos técnicos e científicos necessários à melhoria qualitativa da sua intervenção;
3. Promover o aperfeiçoamento qualitativo ou quantitativo da prática desportiva através da intervenção do treinador.
Assim, os níveis de qualificação de treinadores estabelecidos no ponto 1 do artigo 87º do Regulamento Geral são de aplicação obrigatória, a partir da época de 2009/2010.

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TAXAS ANUAIS DE INSCRIÇÃO – ATLETAS E NÃO ATLETAS

21 07 2007

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http://www.fpp.pt

CLIQUE NESTE ENDEREÇO ACIMA, PARA CONSULTAR AS NOVAS TAXAS A PAGAR, PELAS INSCRIÇÕES DOS ATLETAS E OUTROS.

COMUNICADO Nº 27 DE 19 DE JULHO DE 2007

A REGISTAR ALGUNS REAJUSTAMENTOS NOS VALORES A PAGAR, EMBORA QUANTO A NÓS OS VALORES CONTINUEM A SER ELEVADOS PARA A REALIDADE DA MAIORIA DOS CLUBES, SENDO QUE EM NOSSA OPINIÃO E NO QUE AOS TREINADORES DIZ RESPEITO, OS CLUBES NÃO TÊM NENHUM INCENTIVO A INSCREVER OS TREINADORES COM MAIS FORMAÇÃO E SE PENSARMOS QUE O REGIME TRANSITÓRIO QUE OBRIGAVA A INSCRIÇÃO DOS TREINADORES COM O NÍVEL ADEQUADO, FOI PROLONGADO ATÉ 2009/2010, ENTÃO PODERÁ HAVER CLUBES QUE NÃO INSCREVAM OU DESISTAM DE INSCREVER TREINADORES DE NÍVEL 2 OU NÍVEL 3, NAS PROVAS EM QUE NÃO SÃO OBRIGADAS A FAZÊ-LO, COM PARTICULAR PREJUÍZO DOS TREINADORES EM QUESTÃO E DA MODALIDADE, COMO É ÓBVIO.

SE A FORMAÇÃO É UMA PRIORIDADE E UMA OBRIGATORIEDADE, NÃO SERIA DE PROMOVER INCENTIVOS AOS CLUBES, COMO FORMA DE ESTES DAREM PRIORIDADE A ESSES TREINADORES, COM A VANTAGEM ÓBVIA PARA A MODALIDADE QUE UMA MEDIDA DESSAS PROMOVERIA?





TREINADORES DE NIVEL II – REGIME TRANSITÓRIO

17 07 2007

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O ADIAMENTO DO INEVITÁVEL

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INSCRIÇÃO DE TREINADORES – REGIME TRANSITÓRIO

A Direcção da Federação de Patinagem de Portugal na sua Reunião de 28 de Junho de 2007, deliberou prolongar o Regime Transitório para a disciplina de Hóquei em Patins que impunha a partir da próxima época (2007/2008) a obrigatoriedade do Nível 2 aos Treinadores para exercer as suas funções na 2ª Divisão Nacional Seniores Masculinos e Equipas Seniores Femininas.
Tal decisão foi tomada em consciência tendo em conta as dificuldades processuais dos Clubes em responder afirmativamente a esta medida e ao corte orçamental imposto pelo Instituto do Desporto de Portugal na rubrica para a Formação de Recursos Humanos.
Importa no entanto alertar todos os agentes envolvidos nesta temática, que está para breve a conclusão da Regulamentação da Formação de Treinadores, por parte do IDP, e que a FPP continuará a sua aposta na Formação, por forma a:
1. Fomentar a aquisição inicial dos conhecimentos desportivos, gerais e específicos, que garantam competência técnica e profissional na intervenção desportiva do treinador;
2. Oferecer, de forma contínua e sistemática, ao treinador instrumentos técnicos e científicos necessários à melhoria qualitativa da sua intervenção;
3. Promover o aperfeiçoamento qualitativo ou quantitativo da prática desportiva através da intervenção do treinador.
Assim, os níveis de qualificação de treinadores estabelecidos no ponto 1 do artigo 87º do Regulamento Geral são de aplicação obrigatória, a partir da época de 2009/2010.

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PROJECTO DE NOVAS REGRAS PARA O HOQUEI EM PATINS

13 06 2007

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CHAMAMOS A ATENÇÃO PARA OS NOSSOS VISITANTES PARA A DISCUSSÃO SOBRE AS NOVAS REGRAS, QUE DAMOS INICIO A PARTIR DE HOJE, AQUI NO SITE

https://hoqueiempatins.wordpress.com,  COM VISTA A UMA REFLEXÃO E NO FUNDO RECOLHER A OPINIÃO DAQUELES QUE SE INTERESSAM PELO HOQUEI EM PATINS E QUE COM A SUA OPINIÃO PODEM DAR UM CONTRIBUTO SÉRIO E CONSTRUTIVO PARA QUE O QUE ESTÁ A SER PROJECTADO POSSA SER AINDA MELHOR.

Para fazer o seu comentário e reflectir connosco, entre na pagina NOVAS REGRAS, no cabeçalho deste site.