AINDA O HC BRAGA – ALENQUER REFERENTE AO TÍTULO DA 2ª DIVISÃO

24 07 2007

ALENQUER REAFIRMA INTENÇÃO DE APURAR RESPONSÁVEIS, PELO QUE DE MAU SE PASSOU EM BRAGA E SÓ PREJUDICA O HÓQUEI EM PATINS

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Em entrevista hoje pelas 16 horas à RTPN, Sérgio Alexandre, presidente do Sport Alenquer e Benfica, declarou ao jornalista Nuno Santos, que a culpa não pode morrer solteira e que devem ser apuradas responsabilidades em relação a tudo o que se passou em Braga, situações nitidamente prejudiciais à equipa de Alenquer e que infelizmente acabam por manchar todo um trabalho desenvolvido por um clube e com tudo o que rodeia esse clube, como é o caso de patrocinadores, jogadores, directores, publico enfim todo um trabalho que envolve muitos sacrifícios e que não pode nunca ser maltratado por pessoas que estranhamente tiveram o comportamento que tiveram, Sérgio Alexandre reforçou ainda o facto de nem a federação estar representada nesse jogo e mais estranho ainda, ninguém da associação de Lisboa, até porque se tratava de um jogo para entrega do título nacional da 2ª divisão, ainda por cima entre duas equipas que vão estar na 1ª divisão na próxima época, porque sabe-se muito bem que quando as pessoas que dirigem estão presentes, o trabalho das equipas de arbitragem é mais rigoroso e os erros “naturais” são menos frequentes. O que é certo é que os Alenquerenses sentem-se prejudicados ou surripiados de um título que foi disputado em condições anormais e com interferências da equipa de arbitragem e nomeadamente de um dos árbitros, não se tratando de erros pontuais que é “normal” acontecer, mas sim de situações premeditadas e executadas cirúrgicamente, por isso tem de haver responsabilidades imputadas, disse Sérgio Alexandre.

Vamos portanto continuar a acompanhar este caso, que infelizmente nem é inédito, mas que deve de uma vez por todas ser tratado como merece e com isso garantir que sirva de exemplo para o que não pode acontecer não só no hóquei mas no desporto em geral e que todas as partes envolvidas e aquelas que se alhearam, tirem daqui ilações, mas sem se esquecerem de fazer justiça, pois já chega de prejudicar quem trabalha seriamente para a modalidade à longos anos em função de pessoas que só sabem enxovalhar a modalidade, como tem acontecido nos últimos c tempos com clubes emergentes, que não exitam de fazer da trafulhice o pão nosso de cada dia, e toda a gente sabe quem são esses clubes, bastando para isso recordar as ultimas polémicas que têm havido nos campeonatos nacionais.

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ALENQUER PREPARA EXPOSIÇÃO PARA ENTREGAR NA FEDERAÇÃO

24 07 2007

EM CAUSA ESTÁ A ARBITRAGEM NO 2º JOGO COM O HÓQUEI DE BRAGA

alenquer-e-benfica.gifA vitória do HC Braga no Nacional da II Divisão não foi bem digerida pelo Alenquer, que acusa a arbitragem pelo resultado verificado no jogo da 2.ª mão.

O intervalo não deixava antever o avolumado desfecho final (10-4), já que o Braga vencia pela margem mínima (2-1), mas o que se seguiu foi, segundo Sérgio Alexandre, “uma autêntica vergonha para o hóquei em patins nacional”. O presidente do Alenquer frisa que “não estou a arranjar desculpas para justificar a nossa derrota. O Alenquer levava cinco golos de avanço e ainda não tinha visto um único vermelho nesta temporada. O que se assistiu foi uma perseguição da dupla de arbitragem. Até o guarda-redes foi suspenso por cinco minutos e houve três expulsões, seis penaltys e três livres directos. Tudo isto patrocinado por uma dupla de arbitragem em que Domingos Carvalho deixou as coisas correrem e o outro, Manuel Fernandes, manipulou o jogo do princípio ao fim”.

O Alenquer prepara uma exposição para entregar à FPP – liderada por Fernando Claro – e estranha, “num apuramento de campeão, a ausência de um representante da Federação e da Associação de Patinagem de Lisboa”.

Fonte: RECORD 





O PORQUÊ DO PROLONGAMENTO DO REGIME TRANSITÓRIO FACE À OBRIGATORIEDADE DO NÍVEL II?

24 07 2007

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O ADIAMENTO DO INEVITÁVEL E NECESSÁRIO DÁ-SE POR FALTA DE VERBAS

Quando atrás e na sequência, da saída de Paulo Batista do cargo de seleccionador nacional, manifestámos a nossa opinião de preocupação, com o facto de a federação ter adiado mais uma vez a imposição do regulamento que tinha a ver com a obrigatoriedade dos clube inscreverem para treinadores das equipas de seniores masculinos da 2ª divisão e seniores femininos, só aqueles que já possuíssem o nível 2, na altura não era claro para nós o porquê desse adiamento, passou-nos pela cabeça inclusive, que fosse a federação a baixar a cabeça, à pretensão ridícula de alguns, de quererem ser treinadores à força sem que para isso tivessem que se formar nessa área, no fundo terem de fazer o mesmo que se faz em qualquer modalidade, não só em Portugal mas em qualquer país da comunidade europeia e noutros países, onde o treinador tem de ser alguém capacitado e preparado para dominar áreas de grande abrangência e vitais para a preparação a todos os níveis de qualquer atleta de qualquer modalidade.

Neste capítulo, todas as federações estão a cumprir a lei de bases do Desporto, daí não vermos razão na altura para este adiamento. Por isso tínhamos de ir à procura de mais elementos e no mínimo tentar perceber os porquês; e encontrámo-los. Do que se trata então? – Trata-se do dinheiro que era entregue às federações para a formação, que foi reduzido drasticamente e a federação de patinagem não foi excepção, pois a verba não só foi reduzida a níveis ridículos, como ainda por cima tem de ser distribuída pelo hóquei, pela patinagem artística e pelas corridas de patins. Ora esta realidade veio atrasar o ritmo de cursos e com isso tirar a possibilidade dos clubes em tempo útil terem os seus técnicos formados, principalmente os clubes fora dos grandes centros, a manter-se a medida prevista,não restaria outra hipótese que eram os clubes desistirem, face à impossibilidade de contratarem técnicos em outras zonas, tendo por isso de suportar custos para os quais não estão preparados, assim sendo a federação não teve outra hipótese, prolongou o regime transitório, como medida de recurso(do mal o menos), mas não perdendo o norte à formação e à implementação da lei de bases do desporto português, sendo mesmo uma das federações que mais e melhor cumpre com as suas obrigações, por isso esse mérito deve ser dado a esta direcção técnica nacional, que goste-se ou não se goste é séria, tem objectivos concretos que passam não só pelo cumprimento da lei, mas também por uma moralização, tão urgente como necessária, pois grande parte daqueles que possuem carta de nível 2, muitos nunca foram treinadores, nunca treinaram uma única equipa, nunca tiveram o mínimo de formação de qualidade nem de espécie nenhuma, coisa tão importante para fazer face aos desafios dos atletas e jovens de hoje que são o futuro da modalidade, essas pessoas conseguíram esse nível, por serviços prestados, mesmo que fossem administrativos, todos os motivos por mais ridículos que fossem eram válidos para atribuir nível de treinador a pessoas que nunca o foram, coisas que já vinham desde o tempo do Sr. Castel Branco, portanto estas pessoas mesmo que não consigam mais nada, se conseguírem dar alguma moral à modalidade e fazer com que se cumpram leis num país de compadres, então essa já é uma grande vitória, por isso não exitámos em fazer este artigo. como forma de aclarar um assunto que para nós deixava algumas duvidas.

Resolvemos por tudo isto, voltar a publicar e transcrever o comunicado que deu origem a este assunto:

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INSCRIÇÃO DE TREINADORES – REGIME TRANSITÓRIO

A Direcção da Federação de Patinagem de Portugal na sua Reunião de 28 de Junho de 2007, deliberou prolongar o Regime Transitório para a disciplina de Hóquei em Patins que impunha a partir da próxima época (2007/2008) a obrigatoriedade do Nível 2 aos Treinadores para exercer as suas funções na 2ª Divisão Nacional Seniores Masculinos e Equipas Seniores Femininas.
Tal decisão foi tomada em consciência tendo em conta as dificuldades processuais dos Clubes em responder afirmativamente a esta medida e ao corte orçamental imposto pelo Instituto do Desporto de Portugal na rubrica para a Formação de Recursos Humanos.
Importa no entanto alertar todos os agentes envolvidos nesta temática, que está para breve a conclusão da Regulamentação da Formação de Treinadores, por parte do IDP, e que a FPP continuará a sua aposta na Formação, por forma a:
1. Fomentar a aquisição inicial dos conhecimentos desportivos, gerais e específicos, que garantam competência técnica e profissional na intervenção desportiva do treinador;
2. Oferecer, de forma contínua e sistemática, ao treinador instrumentos técnicos e científicos necessários à melhoria qualitativa da sua intervenção;
3. Promover o aperfeiçoamento qualitativo ou quantitativo da prática desportiva através da intervenção do treinador.
Assim, os níveis de qualificação de treinadores estabelecidos no ponto 1 do artigo 87º do Regulamento Geral são de aplicação obrigatória, a partir da época de 2009/2010.

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